Se definir nunca é demais. Esta postagem eu publiquei no Jornal(eiros).
Que maneira melhor de começarmos a escrever senão sobre nós mesmos? Quando falávamos sobre periodicidade e tema das postagens que aqui seriam feitas, uma colega, desculpa, não lembro o nome, sugeriu que escrevêssemos com periodicidade livre e que o primeiro tema fôssemos nós mesmos. Como foi uma boa sugestão (e ninguém deu outra) darei início aos trabalhos. Então farei o seguinte, até segunda ordem, deixarei uma pauta sugerida a cada semana (que obviamente deve ser escolhida em conjunto com os colegas começando pela já citada.
Pauta sugerida: quem somos nós?
Ah, eu tinha que estrear a máquina assim! |
De todas as atividades escritas, creio não afirmar nenhuma tolice dizendo que escrever sobre si mesmo é o mais parcial dos temas. Das duas uma, ou se fala para mais, ou para menos. Mas pense comigo, faz mais sentido ser quem se quer ser ou ser quem os outros vêem? A psicologia deve ter algo a dizer sobre isso, creio, trazendo alguma concepção interacional, buscando um meio termo. Eu, como narcisista declarado, acredito que posso, sim, ser quem quero.
Comecei minha trajetória acadêmica, conforme todos já devem ter ouvido, com o curso de Jornalismo da UFSM em 2008, o qual cursei durante dois semestres e abandonei. Em 2009 ingressei no curso de Bacharelado em Educação Física (atualmente estou no sexto semestre). Agora, volto para o Jornalismo que, por não ter entrado no momento certo, não aproveitei (falta de maturidade talvez? Muito provavelmente).
Educação Física e Jornalismo, beleza, tu gosta de jornalismo esportivo! Ledo engano. Se tem uma faceta do jornalismo que eu vejo como tendo um viés totalmente equivocada, é essa. De modo geral sou uma pessoa proativa e (provavelmente) por isso a Educação Física. Já pratiquei judô, sou instrutor de Taekwondo, já joguei basquetebol e handebol, já dancei em CTG, jazz e ballet clássico. Sou aquela pessoa que fica com sangue nos olhos em uma competição que pode ser de natação, atletismo, sinuca, truco, cuspe à distância ou Mortal Kombat (posso dizer que sou um gamer ocasional de mão cheia).
Ainda sou metido à artista. Desenho satisfatoriamente bem, canto o suficiente para já ter ganhado alguns trocados, danço, me meto à cineasta/editor/sonoplasta/ator à toda oportunidade. Mas o que tenho orgulho mesmo são as letras, sou um blogueiro inveterado (fato que a existência deste blog só vem a confirmar). Meu chão é a ficção, mas consigo transitar livremente por quase qualquer assunto.
Sem medo de dizer que gosto dos lados A e B da mídia, podem me convidar para assistir tanto A Lista de Schindler quanto Os Vingadores (provavelmente terei mais prazer no último) ou para ir a um show do Nei Lisboa tanto quanto César Oliveira e Rogério Melo ou Matanza.
Enfim, sou polivalente e, claro, nada modesto. Não tomem como pretensão, apenas nunca vou usar de falsa modéstia. Se eu posso, não vou dizer que não. Se não posso, reconheço.
Esse sou eu, o Benaduce ou só Bena.

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